12:00
Lançamento do Observatório Afro-Latino
Mestre Paulão Kikongo
Africana, Afro-Brasileira, Cultura Afro, Internacional, Internet, Observatório Afro Latino, Página Eletrônica
Nova página eletrônica destaca cultura dos afrodescendentes da América Latina e do Caribe
A Fundação Cultural Palmares, instituição vinculada ao Ministério da Cultura, lançou site com informações sobre a cultura afro-americana, durante a 4ª edição da Festa Literária Internacional de Porto de Galinhas (Fliporto), em Pernambuco, que está sendo realizada de 6 a 9 de novembro.
O Observatório Afro-Latino foi apresentado pelo presidente da FCP/MinC, Zulu Araújo, nesta sexta-feira (dia 7) pela manhã dentro da programação da Feira, que neste ano traz o tema da Diáspora Africana no continente latino-americano.
Ilustração: Alessandro/ Fundação Cultural Palmares/Poliedro
A declaração final do I Encontro Ibero-Americano de Ministros de Cultura, em outubro na Colômbia, decidiu apoiar a proposta brasileira de criação do observatório, após ter sido proposta pelo ministro da Cultura brasileiro, Juca Ferreira e por Zulu Araújo.
Para o presidente da Palmares, essa nova ferramenta possibilitará um diálogo mais permanente entre as comunidades negras latino-americanas, com trocas de experiências para a compreensão das semelhanças e diferenças da história e dos processos de integração social das comunidades negras nesses países. “Nossa proposta é que, além do lúdico, a cultura também possa ser um instrumento para um mundo melhor”, afirmou Zulu.
Leia, também, matéria relacionada: Proposta brasileira de criação de um fórum na Internet foi aprovada durante encontro na Colômbia.
(Patrícia Saldanha, Comunicação Social/MinC)
- Publicado por Comunicação Social/MinC
- Categoria(s): Notícias do MinC, O dia-a-dia da Cultura
- Tags: Ação Internacional, Afrodescendentes, cultura afro, internet, Observatório Afro-Latino, Página Eletrôncia
Fonte: Ministério da Cultura
11:57
Direitos Humanos e Mediação de Conflitos
Mestre Paulão Kikongo
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A Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República (SEDH), em parceria com o Instituto de Tecnologia Social (ITS Brasil), oferece nova oferta do curso “Direitos Humanos e Mediação de Conflitos". O curso é gratuito e realizado integralmente a distância, via internet. Pessoas de qualquer lugar do Brasil podem participar. Com carga horária de 60h , com um módulo por semana (ao longo de 10 semanas), a participação é acompanhada e avaliada por tutores e o certificado é emitido mediante aproveitamento que obedeça aos critérios estabelecidos no curso.
Essa formação pretende contribuir para que lideranças comunitárias, militantes de movimentos sociais , membros de pastorais e comunidades religiosas promovam os direitos humanos e atuem na resolução dos conflitos em suas comunidades.
O curso parte de situações práticas e das necessidades concretas desses militantes e pretende apontar caminhos para solucionar conflitos ligados aos direitos humanos, fornecendo informações sobre órgãos públicos e organizações da sociedade civil, além de um ambiente para a troca de experiências. Seu conteúdo está estruturado nos temas dos direitos humanos e seus conflitos.
Se você tem interesse em participar dessa nova turma do curso, acesse o site e faça agora mesmo o seu cadastro de confirmação:
http://cursos.educacaoadistancia.org.br/login/signup.php
Ao realizar este cadastro, você receberá uma confirmação por e-mail e 48 horas antes do início do curso (que está previsto para começar no dia 10 de novembro) enviaremos um segundo e-mail com o link e código de inscrição da sua sala virtual, bem como as primeiras orientações, fique atento. Participe!
Coordenação do curso Direitos Humanos e Mediação de Conflitos
Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República (SEDH-PR)eInstituto de Tecnologia Social (ITS Brasil)
Fonte: Rede 3Setor
23:51
METODISTA promove Fórum de Capoeira e Cidadania
Mestre Paulão Kikongo
Artes, Capoeira, Cidadania, cultura, educação, Educação Física, Educadores, Universidade
A Universidade Metodista de São Paulo promoverá nos dias 7 e 8 de novembro, os eventos "IV Fórum de Capoeira e Cidadania - Diálogos sobre Cultura e Educação" e o "I Festival de Capoeira Inclusiva", que buscam conjugar os diferentes saberes da cultura popular e da cultura acadêmica. O objetivo dos eventos é que ambos se somem, permitindo uma reflexão teórica e prática. A iniciativa é do Núcleo de Formação Cidadã, Núcleo de Artes e da Faculdade de Educação Física e Fisioterapia.
Para o professor do Núcleo Formação Cidadã e da Faculdade de Educação Física e Fisioterapia (FAEFF), Eduardo Okuhara Arruda, o evento é um espaço para desconstruir e reconstruir um novo olhar e pensar para a cultura, isto é, a cultura como representação simbólica que possibilita que o indivíduo se reconheça como sujeito no mundo a partir da sua cultura.
"A capoeira, enquanto manifestação cultural historicamente construída, possibilita essa compreensão da cidadania pelo viés da cultura, sobretudo quando se constata as muitas ações de educação para a cidadania e inclusão social pela prática cultural da capoeira", afirmou o prof. e também mestre de Capoeira.
O evento, que acontece no Campus Rudge Ramos da Universidade Metodista de São Paulo (Rua Alfeu Tavares, 149 - Rudge Ramos - São Bernardo do Campo - SP) é gratuito e aberto a toda comunidade. No dia 07 de novembro, ele acontece no período da noite, das 19h30 às 22h e no dia 08 de novembro, no período da manhã, das 9h ao meio dia. Para participar do evento é necessário fazer inscrição online.
Fonte: Metodista
19:46
Cultura é questão estratégica, diz Jandira
Mestre Paulão Kikongo
Aumento do orçamento foi uma das condições para ela aceitar a pasta. Paes vai extinguir a Secretaria Extraordinária de Patrimônio Cultural.
Alba Valéria Mendonça Do G1, no Rio
Foto: Alba Valéria Mendonça Do G1, no Rio
Indicada pelo prefeito eleito Eduardo Paes (PMDB) para assumir a Secretaria de Cultura, a ex-deputada federal Jandira Feghali (PC do B) vai arcar também com a responsabilidade de cuidar do patrimônio artístico e cultural da cidade.
Como condições para ela fazer parte do secretariado, Paes prometeu um aumento significativo no orçamento da pasta.
"Não era minha expectativa participar do governo. A condição para eu aceitar (o convite para a Secretaria de Cultura) foi o incremento de recursos. A questão cultural é estratégica. Ela é uma das faces da prevenção contra a violência", disse Jandira em entrevista coletiva, na Fundação Getúlio Vargas (FGV), em Botafogo, na Zona Sul, na tarde desta quinta-feira (6).
Vocação natural
Segundo Paes, o aumento do orçamento tem como objetivo aproveitar a vocação natural da cidade e fazer do Rio a capital cultural do país, com o aumento da atividade econômica. O prefeito eleito disse ainda que a Secretaria de Cultura vai assumir as questões de conservação do patrimônio da cidade, extinguindo assim a Secretaria Extraordinária de Patrimônio Cultural.
"Vamos ter dois vetores importantíssimos na cultura: o desenvolvimento econômico, ou seja, a cultura como fonte geradora de emprego, e como fator de inclusão e integração social. Inclusive com extensão da atividade escolar, principalmente em áreas carentes. Neste sentido, vou ser assessor da Jandira para viabilizar os projetos", disse o prefeito eleito.
Lapa incrementada
Entre os projetos prioritários da pasta, a nova secretária citou a revitalização da área portuária, que segundo ela, vai mudar a cara da cidade, e o projeto "Lapa legal", que pretende incrementar, ampliar e organizar este corredor cultural do Centro.
"O corredor vai passar a ir da Cinelândia ao Campo de Santana. É uma área com uma vida cultural noturna rica. Vamos estimular a implantação do pólo gastronômico e atividades culturais durante o dia. O projeto também prevê incentivos tributários, além de recuperação do sistema de esgoto e da ordem urbana", detalhou a nova secretária.
Parceria com outras áreas
Além de buscar a democratização da cultura, com a ampliação dos espaços comunitários, como as lonas culturais, Jandira disse que vai buscar parcerias com outras áreas, como educação, ciência e tecnologia e saúde, para transformar os equipamentos municipais e integrá-los com a cultura.
"Por que um posto de saúde não pode ter uma biblioteca ou uma lan house? A cultura faz parte da cesta básica da cidadania", defendeu ela, que pretende criar espaços para atividades culturais nas zonas Norte e Oeste da cidade, na região da Leopoldina e nas favelas.
Critérios das Apac serão revistos
Jandira disse também que vai rever os critérios das Áreas de Proteção Ambiental e Cultural (Apac). Inclusive, pretende rever as Apac já aprovadas. Segundo ela, em todos os bairros há problemas. Em alguns não existe Apac e em outros, em particular na Zona Sul, há prédios sem importância cultural, histórica ou arquitetônica, que estão tombados.
Para cuidar das Apac, ela quer montar uma equipe com urbanistas e arquitetos. E diz que já pretende se reunir com o atual secretário de Cultura, na próxima segunda-feira (10), no escritório de transição, no Planetário, na Gávea, na Zona Sul.
Entre os projetos da nova secretária também estão a criação da Casa do Hip Hop, na Lapa, no Centro e o Centro de Referência da Capoeira. E vai trazer de volta para a secretaria a Feira de Tradições Nordestinas (Feira de São Cristóvão).
Fonte: G1
18:14
Capoeira inclusiva estimula crianças a superar limites
Mestre Paulão Kikongo
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Terapêutico
Capoeira inclusiva estimula crianças a superar limites
Capoeira inclusiva. É um projeto desenvolvido no município de Maranguape, na Região Metropolitana de Fortaleza, que reúne crianças de escolas públicas e da Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais
Rita Célia Faheina
da Redação
06 Nov 2008 - 01h21min
Meninos e meninas se organizam numa roda, batem palmas, gritam, cantam e assim começa o jogo. O movimento das pernas e braços acompanha o som que vem do berimbau, do atabaque, do caxixi. Os pequenos capoeiristas se divertem e mostram habilidade nas acrobacias próprias do jogo. No grupo, crianças muito especiais: surdas, autistas, com paralisia, Síndrome de Down e deficiências múltiplas. A garotada pratica, há um ano, capoeira inclusiva, na sede da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) de Maranguape.
É um projeto pioneiro no Pais batizado com esse nome pelo professor Eraldo Gabriel de Sousa, o Mestre Beija-Flor. O sergipano fica no meio da roda das crianças orientando, incentivando e consegue tornar o jogo da capoeira igual para todos. "O nosso trabalho sempre é feito com a perspectiva da inclusão. Ajudamos as crianças no seu desenvolvimento psicomotor, no seu equilíbrio, afetividade e socialização. A capoeira inclusiva trabalha desde a consciência corporal até a elevação da auto-estima", diz Mestre Beija-Flor, que já deu cursos, palestras e aulas em várias cidades do Brasil divulgando esse projeto de harmonia social.
"Aqui (em Maranguape), a Secretaria da Educação acreditou no projeto e o adotou, especialmente a coordenadora do Núcleo de Educação Especial, a professora Virgínia Queiroz. Estamos encerrando o contrato de um ano", relata Mestre Beija-Flor que, mesmo indo embora da cidade, deixa uma pessoa preparada para dar continuidade à capoeira inclusiva. Deu todas as orientações para Antonio Renato da Silva Oliveira, o Renato Gigante, que vai trabalhar com as crianças. Ao todo são 680 alunos de escolas municipais e da Apae de Maranguape.
A prática da capoeira inclusiva, segundo Eraldo Gabriel, já foi implantada em Sergipe, Pernambuco, São Paulo, Alagoas, Minas Gerais, Pará, Maranhão e Rio Grande do Sul. No próximo mês, após o II Encontro Maranguapense de Capoeira Inclusiva, na sede da Apae, Mestre Beija-Flor segue para Manaus (AM). Depois, anuncia, viaja para Portugal e países da América Latina para difundir o projeto terapêutico.
A capoeira inclusiva é feita com pessoas cegas, surdas, com hidrocefalia, paralisia cerebral, déficit de aprendizagem e com idosos. "Queremos quebrar preconceitos, enfrentar as barreiras que essas pessoas encontram. Estimular uma cultura de paz. Esse projeto já foi levado para universidades, foi motivo de cursos, fóruns e palestras". Segundo ele, a capoeira estimula as crianças a vencerem seus próprios limites. Eraldo diz que, por onde anda, forma multiplicadores para que trabalhem a inclusão dentro das escolas.
DICIONÁRIO
O caxixi é um instrumento idiofone do tipo chocalho, de origem africana. É um pequeno cesto de palha trançada, em forma de campânula (sino).
O atabaque (ou tabaque) é um instrumento musical de percussão. O nome é de origem árabe: at-tabaq (prato). Constitui-se de um tambor cilíndrico ou ligeiramente cônico, com uma das bocas cobertas de couro de boi, veado ou bode.
SAIBA MAIS
A capoeira é uma técnica esportiva e cultural desenvolvida na África e trazida para o Brasil pelos escravos. Por muito tempo foi proibida, porque no período colonial buscavam reprimir a cultura negra. Esse fato se agravou quando se deu a abolição da escravatura, pois os negros, sem condições de sobrevivência, organizavam bandos e esquematizavam roubos.
Em 1932, a capoeira foi renovada por Mestre Bimba. Ele acrescentou movimentos existentes nas artes marciais e levou a capoeira a ser conhecida sem apresentar ligações com marginais. O esporte se estendeu, ao longo do tempo, por todo o País.
Para jogar capoeira é necessária a música tocada pelo berimbau, pandeiro, atabaque, caxixi, agogô e cantada pelos capoeiristas da roda. A música determina o ritmo e o estilo do jogo.
Os movimentos básicos da capoeira são: ginga, aú, queda de quatro, cocorinha, negativa, queda de rim e resistência.
Os toques mais conhecidos são: Angola (São Bento Grande), São Bento Pequeno (Angolinha), Iúna (Lamento), Amazonas (Cavalaria), Santa Maria (Benguela), Idalina (Maculelê), Samba de Roda (Samba de Angola), São Bento Grande de Bimba (Samango), Valsa (Samba de Enredo) e São Bento Corrido (Choro).
FONTE: www.brasilescola.com
Da redação do O Povo Online
15:54
Brasil tem 5,22% de trabalhadores declarados negros no mercado formal
Mestre Paulão Kikongo
De acordo com a Rais 2007, rendimentos médios dos vínculos dos trabalhadores declarados como brancos são 55,7% superiores aos daqueles classificados como negros
Foto: Renato AlvesBrasília, 06/11/2008 - As informações sobre emprego e rendimento relativos à variável Raça/Cor da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) de 2007 tratam somente do emprego celetista, que totaliza 29,8 milhões de vínculos empregatícios. Deste total, 63,21% foram declarados como brancos, indicando uma redução de 1,22 pontos percentuais em relação a 2006 (64,43%). Os trabalhadores declarados como pardos representaram 26,65% e aqueles declarados como negros: 5,22%. Tais resultados refletem um tênue aumento em relação a 2006 (26,43% e 5,13%, respectivamente).
Foi o que divulgou hoje o ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, em coletiva em Brasília. "O importante desta divulgação é mostrar a radiografia real do país. A Rais não é uma pesquisa. São dados reais fornecidos por todos os estabelecimentos do Brasil. Assim, podemos ver exatamente como é o mercado de trabalho", disse Lupi.
Os trabalhadores classificados como negros obtiveram maior aumento nos rendimentos médios (+2,98%), superior à média de 1,57%. Os trabalhadores declarados como brancos e como pardos registraram o mesmo percentual de elevação (+2,16%).
Apesar deste aumento, os rendimentos médios dos vínculos empregatícios dos trabalhadores declarados como brancos são 55,7% superiores aos daqueles classificados como negros e 47,9% acima dos considerados como pardos. No que se refere aos resultados de 2006, verifica-se que houve um declínio da relação entre os rendimentos dos empregos classificados com brancos versus os pretos/negros (56,9%) e uma estabilidade no que diz respeito aos trabalhadores pardos (47,9%).
Em relação à escolaridade, o nível de Ensino Médio Completo é onde se encontra a maior representatividade do emprego com uma média de 38,02%, assim distribuída: brancos (37,55%), pretos/negros (33,40%) e pardos (39,51%). No nível Superior Completo, observa-se um diferencial expressivo entre a participação dos trabalhadores segundo esta classificação: brancos (12,63%), pretos/negros (3,20%) e pardos (5,48%). Neste nível de escolaridade, as mulheres brancas têm uma representatividade de 16,95% ante 9,93% para os homens brancos, sendo de 5,49% para mulheres pretas/negras e de 2,24% para homens pretos/negros e de 9,0% para as trabalhadoras declaradas pardas, ante 3,82% para os homens pardos.
O que é a Rais? - A Relação Anual de Informações Sociais é um Registro Administrativo criado pelo Decreto nº 76.900/75, com declaração anual e obrigatória para todos os estabelecimentos existentes no território nacional. As informações captadas sobre o mercado de trabalho formal referem-se aos empregados Celetistas, Estatutários, Avulsos, Temporários, dentre outros, segundo remuneração, grau de instrução, ocupação, nacionalidade e informações dos estabelecimentos relativos à atividade econômica, área geográfica, etc.
Criada com fins operacionais/fiscalizadores e estatísticos, atualmente a principal função operacional da Rais é identificar os trabalhadores com direito ao recebimento do benefício do Abono Salarial. Em 2007, foram identificados 15,129 milhões de trabalhadores com direito ao benefício ante 14,189 milhões em 2006.
Mais informações:
- Rais 2007: foram gerados 2,45 milhões de postos de trabalho com vínculo formal
Fonte: Assessoria de Imprensa do MTE
(61) 3317 - 6537/2430 - acs@mte.gov.br
10:48
Justiça de Paty do Alferes condena mecânico por discriminação
Mestre Paulão Kikongo
Direitos Humanos, Discriminação, Discriminação Racial, Justiça, Racismo, Xenofobia
A justiça de Paty do Alferes condenou o mecânico Mauro Monteiro Pinto a pagar uma indenização de R$3.000,00 por ameaçar e ofender Marcelo da Silva Gomes, seu vizinho. Marcelo, que é adepto do Candomblé, foi chamado de macumbeiro e xingado no início deste ano, durante festa típica em Paty do Alferes.
Marcelo, que é aposentado por invalidez, foi ofendido quando fazia oferenda no bairro Palmares. Mauro, além de ofendê-lo, ameaçou-o caso ele proseguisse com àquele ritual.
Com o apoio da Organizão de Direitos Humanos Projeto Legal, ele decidiu mover uma ação contra o mecânico e teve ganho de causa dado ontem pela justiça.







